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Postado em 02 de Maio de 2017
O uso de IoT no agronegócio abre um vasto horizonte de possibilidades, melhorando a produtividade, a eficiência e o consumo inteligente de insumos.

É comum ouvirmos falar por aí que o Brasil é o país do agribusiness, mas nunca tinha parado para analisar mais a fundo este tema. Achei uns números bem impressionantes: são quase 600 mil quilômetros quadrados cultivados, sendo que um país como a França tem um território de 544 mil quilômetros quadrados; são 1,7 milhões de quilômetros quadrados de pastagens, quase o tamanho do México, além de termos de uma cabeça de gado por habitante humano.

Algumas conversas iniciais com executivos do setor feitas para nossa pesquisa de IoT, o IoT Snapshot, indicam que existe um enorme potencial, mas que ainda esbarramos em gaps bem básicos – as mesmas dimensões continentais que se traduzem em um enorme potencial produtivo representam também um desafio colossal em termos de conectividade. Como falar de IoT, drones, big data e outras inovações se sequer conseguimos conectar este arsenal tecnológico à rede?

Vencida esta primeira barreira (excelente notícia: novas tecnologias e soluções bastante criativas – como balões – têm sido utilizadas com resultados promissores), um vasto horizonte de possibilidades se abre: monitoramento de dados climáticos, propagação de pragas, características do solo, dentre outros, usando sensores e drones; automação e melhoria de eficiência de processos produtivos com soluções de mobilidade de agrônomos em campo, gestão logística de maquinário e fluxo de insumos, além de manutenção preditiva para as plantas produtivas; soluções para a gestão energética usando fontes alternativas de geração ou mesmo o monitoramento e controle de consumo. Maior produtividade, maior eficiência e consumo mais inteligente de insumos.

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