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Postado em 24 de Fevereiro de 2022

Em 2021, o Gartner pontuou algumas tendências que (acredito) se mantêm para 2022. Todas elas em torno de três eixos principais: (1) pessoas no centro dos negócios, (2) independência de localização e (3) resiliência.

Não é de hoje que falamos, e muito, sobre ter sempre as pessoas no centro dos negócios. Clientes, usuários, parceiros… Todos eles precisam ser o foco das ações das empresas e isso já aprendemos. O que acompanhamos com muito mais intensidade nos últimos anos foi como essa tendência exige a digitalização de todos os processos, principalmente, por conta da melhora da experiência dos usuários, cada vez mais multicanal.

Internet of Behaviors e You of Things

E justamente por esse processo de digitalização acelerado, começamos a ver mais o termo Internet of Behaviors. A IoB nada mais é do que um desdobramento da Internet das Coisas, uma forma de capturar dados das mais diferentes fontes, como cadastros comerciais, mídias sociais e outras informações disponíveis - claro que, sempre, de olho nas regras da LGPD.

Por exemplo, pessoas que têm um carro podem optar por usar a IoB para ter descontos em seguros. Por meio do monitoramento da velocidade, frenagem em curvas e outros dados, a companhia de seguros pode conceder benefícios para motoristas que mantêm determinados números. Mas, de novo, isso depende muito da LGPD e da vontade dos usuários em compartilhar esse tipo de informação em tempo real.

Nessa linha, também vamos acompanhar o crescimento (de novo - porque já falamos muito sobre isso) da IoT focada no usuário. Durante a Futurecom Digital Week em 2021, ouvimos sobre You of Things ou, em tradução livre, Você das Coisas. Já percebemos o aumento do uso de relógios inteligentes e outros dispositivos que as pessoas usam. Mas, em 2022, devemos ver ainda mais opções sendo popularizadas, como é o caso dos óculos inteligentes.

A qualquer hora e em qualquer lugar

A independência de localização se mantém forte em 2022 - a digitalização de processos, negócios e a possibilidade de trabalhar de maneira remota vieram para ficar, não tem jeito. Então, também é preciso manter o foco em um ponto fundamental nesses casos: segurança.

A tecnologia oferece inúmeras possibilidades e, se não aplicada de maneira adequada, também traz muitas ameaças. Basta observar a quantidade de ciberataques nos últimos meses. Dados da Kaspersky indicam que o uso de computadores remotos para o trabalho em casa e de softwares piratas colaboraram para um aumento de 23% na quantidade de tentativas de ataques aqui no Brasil. São por volta de 1.400 tentativas de invasão por minuto aqui no País. Os números são um alerta para todas as empresas. É preciso investir em protocolos de segurança e em tecnologia para garantir a proteção dos dados.

A única certeza é a incerteza

Resiliência deve ter sido uma das palavras mais utilizadas nos últimos meses e nos mais diferentes aspectos. Os meses de pandemia e a forma como todos os negócios tiveram que se reestruturar do dia para noite só nos trouxeram uma certeza: o mundo é volátil.

O que aprendemos é que os negócios precisam ser feitos de maneira inteligente. O Gartner apontou nesse caso, da resiliência, essa questão. É preciso desenvolver e evoluir negócios para que seja possível acessar a informação de qualquer lugar e a qualquer momento. Além disso, todos os processos precisam ser escaláveis e modulares - por isso, acredito que veremos, ainda, muita evolução com relação à nuvem. Veremos, cada vez mais, empresas usando modelos híbridos nesse sentido.

Teoria não falta, mas e a prática?

Bom, de tendências, temos muitas. A teoria é perfeita, mas é preciso colocar tudo em prática. Como já disse outras vezes, a tecnologia é o maior aliado nessas situações. Especialmente a Internet das Coisas, que permite viabilizar todos os planos que comentei neste texto e em outros momentos.

IoT

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