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Postado em 24 de Março de 2022

O ambiente corporativo antes da pandemia é irreconhecível se compararmos ao que se tornou hoje. A ascensão do home office e de uma força de trabalho nativa digital mais moderna está abalando as estruturas tradicionais de negócios. Muitas organizações ainda estão adaptando seus espaços de trabalho para lidar com isso e, em alguns casos, precisam revisar completamente sua abordagem.

Segundo o estudo “How Gen Z employment levels compare in OECD countries” (ou “Como os níveis de emprego da Geração Z se comparam nos países da OECD”, em tradução livre) da Visual Capitalist, os colaboradores mais jovens e mais adeptos ao digital representarão mais de um quarto da força de trabalho em 2025. Esses mesmos funcionários também estão buscando mais flexibilidade e um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal nos negócios, algo que os líderes precisarão prestar atenção se quiserem manter os atuais talentos e atrair os futuros.

Uma nova geração significa novas atitudes

A forma como trabalhamos e como vemos o trabalho mudou. As visões da Geração Z sobre emprego diferem muito das gerações anteriores: eles consideram o trabalho como uma forma de progredir em seu próprio desenvolvimento. Uma vez alcançado, eles passam para uma nova função e possivelmente um novo empregador, especialmente se sentirem que o negócio não está mais alinhado com suas necessidades e valores.

Para garantir que o ambiente corporativo seja adequado à nova geração, as empresas precisam adotar uma abordagem centrada no colaborador, capacitando-os por meio de tecnologias digitais no local de trabalho. Criar um espaço moderno, onde eles se sintam preparados para usar suas habilidades da melhor maneira possível, de forma holística e inclusiva, os ajudará a contribuir para o sucesso geral de uma organização.

Aproveitando as habilidades nativas

O clichê de que a Geração Z nasceu com um smartphone na mão é um reflexo direto das habilidades digitais implícitas com as quais esta massa está crescendo. Ocupações como codificador, desenvolvedor de aplicações e engenheiro de DevOps, por exemplo, são mais propensas a serem preenchidas por nativos digitais, que geralmente têm uma compreensão implícita de como aproveitar as tecnologias emergentes que seus antecessores não têm.

Como resultado, as empresas devem apelar para a nova geração em uma série de fatores, pois, apesar de possuírem habilidades altamente demandadas, raramente desejam trabalhar em um ambiente de “comando e controle”. Um espaço corporativo moderno, que permite práticas de trabalho híbridas e promove a colaboração, é uma ferramenta essencial e um recurso crítico para ajudar a atrair e reter talentos.

O local de trabalho da geração digital

Com a força de trabalho cada vez mais jovem e a necessidade de habilidades digitais em mais empregos, os líderes empresariais devem se perguntar: por que não moldar nosso local de trabalho para atender aos nativos digitais? Claro, isso não significa desconsiderar as gerações anteriores! No entanto, é preciso ser flexível e adaptar-se ao novo estilo de trabalhar. Com essa abordagem, as organizações podem acomodar todas as gerações e evitar negligenciar determinados dados demográficos.

Dessa forma, as empresas evitam as estruturas corporativas mais inflexíveis e antiquadas e permitem que os colaboradores trabalhem da maneira que lhes convier. O formato híbrido é uma característica central do local de trabalho para a Geração Z e para os Millennials. Para reter profissionais, as companhias devem capacitar a equipe para exercer suas funções de qualquer lugar enquanto fazem contribuições para as discussões e colaboram com os colegas. Esse foco no funcionário atrai talentos de todas as gerações, aumentando a moral, melhorando o engajamento e impulsionando a cultura organizacional.

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